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17/12/2017

Fiscalização não impede flanelinhas

Publicado em 03/08/2012

A fiscalização das praças cabe às subprefeituras e a dos parques, à Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, ambos órgãos municipais.

Guerra aos flanelinhas ainda não chegou na Vila Madalena

Preços cobrados para deixar o carro nas ruas do bairro ficam entre R$ 10 e R$ 20

As operações policiais contra flanelinhas têm surtido efeito em algumas praças de eventos na Capital. Desde maio, mais de 600 guardadores de carro foram detidos por extorsão e prática ilegal da atividade que, em alguns, casos acaba rendendo até R$ 3 mil por mês, dependendo do local, como nas imediações de estádios e casas shows. No entanto, na Vila Madalena, principal reduto boêmio da cidade, ainda não há previsão de quando a fiscalização vai aparecer.

Assim como em toda a região de Pinheiros, na Vila Madalena os preços cobrados para deixar o carro na via pública ficam entre R$ 10 e R$ 20, dependendo do endereço. No perímetro mais badalado do bairro, que abrange as travessas da Rua Aspicuelta, quem quiser parar em estacionamentos fechados desembolsa até R$ 30, valor que faz motoristas serem atraídos pelo serviço dos flanelinhas.

O órgão encarregado de fiscalizar a ação dos guardadores de carros é o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), que planeja operações no bairro até dezembro, porém, sem especificar uma data por questões estratégicas. Nos últimos três meses, dos mais de 600 detidos, 229 tinham passagem nas delegacias por crimes como homicídio e roubo.

Não há na capital paulista uma estimativa de quantas pessoas exerçam a atividade. Porém, de acordo com dados da Delegacia Regional do Trabalho, após a intensificação das operações policiais, cerca de 150 flanelinhas solicitaram legalização, sendo que até hoje 24 conseguiram. Para o presidente da Comissão de Trânsito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Maurício Januzzi, a fiscalização deve ser constante. “O trabalho não pode ser casual, a Prefeitura e o Estado não podem permitir que o espaço público seja loteado e permitir a extorsão do contrubuinte”.

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