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19/11/2017

Kitadai leva Santo Amaro ao pódio olímpico

Publicado em 03/08/2012

No último dia 28, aos 23 anos de idade, o paulista Felipe Kitadai, judoca peso ligeiro, subiu ao pódio da Arena ExCel

 

No último dia 28, aos 23 anos de idade, o paulista Felipe Kitadai, judoca peso ligeiro, subiu ao pódio da Arena ExCel para receber a medalha de bronze olímpica. Ao terminar o torneio olímpico de judô de Londres na terceira colocação, Kitadai conduziu o Brasil a sua décima sexta medalha olímpica na história. Iniciado nos tatames da Academia Kanayama, na região de Santo Amaro, atualmente Kitadai defende as cores do Clube Sogipa, no Rio Grande do Sul. Ainda no mesmo dia Sarah Aguiar ganharia ouro, medalha inédita para o judô feminino do Brasil. Na quinta-feira (02 de agosto), foi a vez de Mayra Aguiar subir ao pódio em terceiro lugar.

O judô brasileiro até a última quinta-feira, havia conquistado 18 medalhas (3 de ouro, 3 de prata e 12 de bronze). Os judocas paulistas foram responsáveis por 14 conquistas. Além de Kitadai,  subiram ao pódio representando as cores do estado Chiaki Ishii (Munique/72), Douglas Vieira, Walter Carmona e Luis Onmura (Los Angeles/84), Aurélio Miguel (Seul/88), Rogério Sampaio (Barcelona/92), Aurélio Miguel e Henrique Guimarães (Atlanta/96), Carlos Honorato e Tiago Camilo (Sydney/2000), Leandro Guilheiro (Atenas/2004) e Tiago Camilo e Leandro Guilheiro (Pequim 2008).

Mas o judô paulista tem a participação indireta em muitas outras medalhas do judô brasileiro. Luiz Shinohara é da Vila Sônia (bairro da Zona Oeste de São Paulo) e tem dirigido com sucesso a seleção masculina brasileira. E, mais um exemplo dessa presença importante, foi a intervenção de Aurélio Miguel na quinta-feira passada em Londres. “Eu estava arrasada após perder a chance de disputar o ouro. O Aurélio me disse então: Agora é outra competição. Levanta  cabeça e vamos buscar essa medalha”, comentou Mayra, creditando a esse conselho parte de sua vitória na briga pelo terceiro lugar. Ela seguiu o conselho do judoca paulista e chegou à honrosa medalha de bronze. “A Mayra foi fantástica. Ela é uma guerreira. Soube superar o dissabor da derrota e dar a volta por cima”, disse Aurélio Miguel.


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