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29/05/2017

A força delas

Publicado em 11/03/2016

Em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres, vale lembrar as brasileiras que são esperança de medalha nos Jogos Olímpicos de 2016.

 

 

Em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres, vale lembrar as brasileiras que são esperança de medalha nos Jogos Olímpicos de 2016.

Fabiana Murer, salto com vara, é uma das atletas de maior destaque nos últimos anos. Coleciona um ouro e duas pratas em Pan-Americanos, além de conquistas importantes em mundiais. Aos 34 anos, atinge maturidade suficiente para vencer a barreira psicológica de se sair mal em Olimpíadas.

Em 2015, conquistou duas pratas importantes no Pan de Toronto e no Campeonato Mundial. Seu desafio maior é vencer a si própria.

A pernambucana Yane Marques vem se destacando no pentatlo moderno há muitos anos. Ouro em Toronto, Yane conquistou medalhas de prata e bronze nos dois últimos Campeonatos Mundiais, o que indica que brigará pelo menos pelo terceiro lugar no Rio.

Ana Sátila, de apenas 20 anos, é nossa esperança na canoagem. No Pan de Toronto, em 2015, ficou com a prata na categoria K-1 e o ouro na C-1.

O judô está muito bem representado por Sarah Menezes, medalha de ouro em Londres. Em Campeonatos Mundiais, ela coleciona medalhas de bronze. Sarah ficou em primeiro lugar no Grand Prix em Havana, em janeiro deste[A1]  ano.

Poliana Okimoto é a grande aposta do Brasil na maratona aquática. Ela conquistou ouro, prata e bronze no mundial de Barcelona em 2013 e terminou na sexta colocação no mundial da Rússia.

Temos muitas chances de pódio no vôlei de praia. As duplas Larissa e Talita, Bárbara e Agatha Seixas prometem fazer bonito. Larissa foi eleita a melhor jogadora da temporada pela Federação Internacional, enquanto Talita é a melhor ofensiva. Já a dupla Bárbara e Agatha Seixas, campeãs mundiais no ano passado, foi eleita a melhor do mundo.

Na vela, Martine Grael, filha de Lars Grael, e Kahena Kunze conquistaram resultados expressivos nos três Campeonatos Mundiais do atual ciclo olímpico. Uma geração que tem no DNA a sua maior vantagem.

As mulheres do handebol feminino também entram nesta lista. A seleção brasileira tentará sua primeira medalha em Jogos Olímpicos. A equipe conta com a armadora Duda Amorim, melhor jogadora do mundo em 2014 e que levou o título do torneio em 2013.

E sempre lembrando a força do vôlei feminino brasileiro, uma das equipes mais vencedoras da modalidade.

O Brasil chega aos jogos com um time que mescla experiência e juventude. Novos talentos se misturam a mulheres vibrantes, que sabem a importância de aproveitar esse momento único, os Jogos Olímpicos realizados em nosso país.

Jogar em casa, com o apoio da torcida, não foi o suficiente para consagrar a seleção brasileira de futebol em 2014. Agora, o país vive uma ressaca emocional e vergonha nacional difíceis de engolir, após o fatídico 7 a 1 contra a Alemanha e as constantes denúncias de roubos e corrupção.

Os Jogos do Rio chegam com a bagagem pesada e a responsabilidade de resgatar nossa dignidade.

No meio de tantas surpresas e decepções, o esporte ainda é a chave-mestra de uma nação.

E essas mulheres sabem o papel delas nesse novo Brasil.

 

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