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29/05/2017

Empresas & Negócios

Publicado em 07/03/2016

Destravando a paralisia nos negócios e evitando demissões. O primeiro passo para a pujança econômica

O. Donnini

Não é justo que as empresas e seus empregados sofram por atos criminosos de seus diretores ou controladores. Elas devem continuar existindo, e as penalidades impostas devem ter um julgamento que não paralise os negócios, evitando demissões de funcionários.

As investigações da Lava Jato têm atingido entidades empresariais e de trabalhadores. E a MP 703, que regulamenta os acordos de leniência (brandura), agora no Congresso, cujo o objetivo de fazer com que a lei que substituirá a MP 703 seja a mais completa possível.

O jornal “O Estado de S. Paulo” (25/02)[A1] , em seu suplemento sobre a matéria em foco, ouviu a opinião de vários líderes, entre eles, Cassio Borges, executivo jurídico da Confederação Nacional da Indústria (CNI); César Prata, presidente do Conselho de Óleo de Gás da Abimaq; Vagner Freitas, presidente nacional da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Bebeto Galvão, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada (Sintepav) e Pedro Celestino, presidente do Clube de Engenharia.

A preocupação desses líderes é com a paralisia dos negócios e as demissões que acontecem hoje no Brasil. E mais: os dirigentes de entidades de classe são os mais diversos, porém todos estão preocupados com a inflação incontrolável causada pelo governo, a paralisia dos negócios, o desemprego e a corrupção na Petrobras e...

Todos dão apoio à Operação Lava Jato. Cassio Borges afirma defender a preservação das empresas, dos empregos e dos recolhimentos de tributos. E César Prata enfatiza: “As empreiteiras investigadas pela Lava Jato são tão grandes que afetaram todos os outros negócios...”

O. Donnini, jornalista

 

oduvaldo@donnini.com.br

 

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