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20/08/2017

FIM DE JOGO

Publicado em 14/12/2015

Silvia Vinhas

Impressionante como o futebol é o único esporte que consegue mexer com todas as nossas emoções. Nenhum outro tem esse poder.
Analise bem: que outro esporte desperta tantos sentimentos distintos, tanta paixão, tanta rivalidade? Que modalidade faz o torcedor chorar e sorrir em segundos, perder e ganhar em um mesmo jogo, brigar pela equipe como se fosse uma guerra, a ponto de matar ou ter esperança até onde não existe, sabendo que, se é futebol, existe sim?
Todo final de ano lembra um enredo de novela, de filme. E este não foi diferente.
A campanha do Corinthians ensinou que planejamento aliado à gestão coerente influencia nos resultados. Quando a diretoria decidiu manter Tite, um dos únicos técnicos sólidos desta temporada, deu segurança para todo o grupo.
O São Paulo mostrou que é maior do que qualquer crise. Classificou-se para a Libertadores no limite, devolvendo dignidade ao grupo que sofreu uma verdadeira bagunça dentro e fora de campo.
O Santos deslanchou no início do ano e parecia que ia emplacar. Faltou pouco. No segundo semestre, perdeu a mão e não convenceu.
O Palmeiras brilhou na casa nova, alegrou a torcida que o apoiou e compareceu em peso no estádio.
Vale ressaltar a incrível recuperação e luta do time carioca Vasco da Gama, que merecia ter permanecido na Série A.
Este ano o futebol brasileiro mostrou que o Brasil continua sendo um celeiro de grandes craques, protagonizando maravilhosos espetáculos.
A cada jogo um capítulo, alimentando esse sentimento tão nosso, tão brasileiro, de vivenciar os jogos.
Abro espaço aqui para prestar minha homenagem a Juvenal Juvêncio, que morreu esta semana. Juvenal levou o São Paulo a grandes glórias, com momentos de acertos e erros. Sem julgamento de valor, cada um tem sua missão e história a ser cumprida.
E aproveitar também para desejar boa sorte a Muricy Ramalho, que começa uma nova história no Flamengo. O treinador volta ao Rio depois de um ano de descanso e avaliação. Às vezes parar um pouco, tirar o pé, se dedicar a outros focos, não é recuo, é evolução.
O futebol agradece.

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