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17/10/2017

Terra prometida: não houve fuga do Egito

Publicado em 21/12/2015

As provas são o contrário da “Estória”. Os judeus foram os primeiros habitantes da Palestina

O. Donnini

Toda religião precisa convencer para conseguir adeptos. E esse convencimento é difícil quando filósofos e intelectuais procuram e não encontram provas cabais que mostrem a verdade sobre o comportamento humano na crença da existência de um Deus.

Os arqueólogos israelenses procuram provar que o pacto entre Moisés e Deus teve um fundamento positivo. O primeiro deles foi Yigael Yadin, cujo trabalho mais conhecido foi realizado em “Massada” e que foi encarregado por David Ben-Gurion de desenterrar “os pequenos documentos” que justificam a reivindicação por Israel da Terra Prometida. Um trabalho muito mais abrangente e objetivo, apresentado pelo Instituto de Arqueologia da Universidade de Tel-Aviv, afirma que não houve fuga do Egito, ninguém vagou pelo deserto, nem houve a conquista dramática da Terra Prometida. A verdade é que o Egito foi a grande potência militar em Canaã e na região do Rio Nilo em todas as épocas, embora a história diga o contrário.

A arqueologia confirma a presença de comunidades na Palestina há milhares de anos. Em “O futuro de uma ilusão”, Sigmund Freud destaca o ponto óbvio de que a religião sofria de uma deficiência incurável: era excessivamente fruto de nosso próprio desejo de figurar ou sobreviver à morte.

O. Donnini – jornalista

oduvaldo@donnini.com.br

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