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29/05/2017

Sem o sinal?

Publicado em 24/03/2017

Dia 29, o sinal analógico será desligado em São Paulo

 

Em 2006, o Governo Federal estabeleceu as diretrizes para as emissoras e retransmissoras de televisão migrarem do sistema de transmissão da tecnologia analógica para digital. A medida entrará em ação no dia 29 de março em São Paulo. Assim, quem possui televisores antigos talvez precise procurar soluções.

As pessoas que visualizarem o “A” e uma tarja em suas telas devem tomar algumas providências para continuar assistindo à TV aberta no formato digital. Se a televisão for antiga, daquelas grandes, de tubo, será preciso adquirir um conversor digital e, possivelmente, uma antena apropriada até a data de desligamento do sinal analógico, para garantir a recepção do sinal digital.

Em caso de dúvidas sobre o processo de desligamento, o cidadão poderá obter informações no site da Seja Digital (sejadigital.com.br) ou entrar em contato gratuitamente com uma central de atendimento telefônico, pelo número 147.

Padrão

O padrão nipo-brasileiro proporciona maior qualidade de imagem e som, possibilitando interatividade com o telespectador e acesso por dispositivos móveis, como celulares, tablets e aparelhos GPS. Outra vantagem é que o Brasil e o Japão oferecem capacitação tecnológica e transferência de tecnologia aos países que optam pelo sistema. O sistema utilizado no Brasil, fruto de parceria com o governo japonês, foi adotado por outros países da América Latina e da África.

Lixo eletrônico

Mas o que fazer com televisores e antenas antigos? O sonho da televisão nova pode vir acompanhado pelo pesadelo do descarte da antiga. Aparelhos eletrônicos causam um mal enorme ao meio ambiente. Afinal, possuem peças e materiais que demoram muito para se decompor, além de poderem soltar elementos químicos no solo. Assim, não devem ser descartados no lixo comum.

A AMLURB (Autoridade Municipal de Limpeza Urbana) informa que o descarte de materiais eletrônicos deve ser realizado por meio de logística reversa. Nesse caso, o consumidor pode contatar o fabricante e solicitar indicações de pontos de coleta do produto. A Coopermiti (www.coopermiti.com.br), cooperativa cadastrada na autarquia, é especializada nesse tipo de resíduo.

Ecopontos, Cata-Bagulho e descarte irregular

A entidade esclarece que os Ecopontos em operação pela cidade não recebem resíduos eletroeletrônicos. Nesses locais, os materiais aceitos são encaminhados às cooperativas cadastradas na autarquia para a triagem e comercialização.

Em relação a queixas de serviços como a Operação Cata-Bagulho e denúncia de descarte irregular, o munícipe deve registrá-las na Prefeitura, através dos canais de atendimento 156 ou pelo portal www.capital.sp.gov.br. Embora todos os resíduos sejam recolhidos, é importante lembrar que eles devem ser separados de acordo com a relação de materiais a serem coletados pela operação, que, conforme mencionado anteriormente, encaminhará os itens para a triagem e comercialização através das cooperativas.

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