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23/09/2017

Henrique Schaumann e Brasil têm o trânsito mais lento da cidade

Publicado em 17/08/2017

Ramal com melhor fluidez também fica na região, a Marginal Pinheiros, com 36,5 km/h.

Henrique Schaumann e Brasil: média de velocidade chega a 6,8 km/h nos horários de pico / Grupo 1 de Jornais Levantamento da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) revela que o corredor viário mais lento da cidade está em Pinheiros, formado pelas avenidas Henrique Schaumann, Brasil e Pedro Álvares Cabral. Nos horários de pico, a média de velocidade dos carros é de 6,8 km/h. Por outro lado, o ramal com melhor fluidez também fica na região, a Marginal Pinheiros, com 36,5 km/h.

O desempenho dos veículos em cada corredor viário foi registrado pelo órgão municipal em 2016, como parte da pesquisa Volumes e Velocidades. Todo ano, o levantamento é realizado a pedido da Prefeitura e leva em consideração os ramais formados por avenidas interligadas, além de eixos constituídos por vias paralelas de sentidos opostos. Entre os exemplos está o ramal formado pelas ruas Teodoro Sampaio e Cardeal Arcoverde, onde os veículos não ultrapassam em média 8,3 km/h no final da tarde.

A pesquisa da CET também aponta que há dez corredores viários com velocidade abaixo de 15 km/h na cidade e que os carros ficam parados em 31% do tempo do percurso. No caso do corredor das avenidas Henrique Schaumann, Brasil e Pedro Álvares Cabral, esse índice chega a 61%, quando os motoristas aguardam o semáforo abrir ou o veículo da frente se deslocar.

Já no ramal da Marginal Pinheiros, formado também pelas avenidas Magalhães de Castro e Engenheiro Billings, na zona sul, os carros ficam parados em apenas 1% do tempo do trajeto. O melhor desempenho do tráfego é na pista sentido Interlagos, onde os carros circulam sem paradas, as quais, quando ocorrem, geralmente são por causa de acidentes.

Trânsito melhorou

O estudo da CET sobre os corredores viários da cidade também revela que o trânsito, de maneira geral, melhorou, com a lentidão caindo 12,5% entre 2015 e 2016. Entre os possíveis fatores para a melhora, segundo engenheiros de tráfego e especialistas da área de mobilidade, estão a recessão econômica, que dificulta a compra de automóveis, a restrição do uso do carro por meio da implantação de faixas exclusivas de ônibus e ciclofaixas e a redução da velocidade nas marginais Pinheiros e Tietê, que vigorava até o início deste ano. Para alguns técnicos, o limite de 50 km/h aumentava a velocidade média do trânsito.      

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