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18/11/2017

Praça Sérgio Vieira de Mello e Parque Linear Itararé mais próximos da adoção pela comunidade

Publicado em 27/03/2017

Os moradores dos bairros do Morumbi, Vila Suzana e Jardim Monte Kemel estão otimistas quanto ao futuro da Praça e Parque Sérgio Vieira de Mello, localizada na Rua David Ben Gurion e terminando na Rua Frei Macário de São João, entre o Cemitério Gethsêmani e Condomínio Paulistano. As tratativas entre a Prefeitura Regional do Butantã e a Samovis (Sociedade Amigos do Morumbi e Vila Suzana) avançaram nos últimos dias e podem resultar, em breve, na formalização de um termo de adoção da área verde, em razão da proposta de urgência feita pelo prefeito regional do Butantã, Paulo Sapienza, a seu corpo jurídico, dirigido pelo advogado Hosen Azambuja.

 

No entanto, para o presidente da Samovis, Jorge Eduardo de Souza, não basta o esforço da entidade e da administração municipal para viabilizar o projeto, é necessário também o envolvimento dos cerca de 30 condomínios vizinhos à praça. Além do apoio garantido pela Prefeitura Regional, o processo de adoção será acompanhado pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. O Termo de Cooperação, instrumento legal que permite a adoção do espaço, ainda não tem prazo para ser oficializado, pois o Parque Linear Itararé, que integra a área, depende da SVMA, que tem como secretário o vereador Gilberto Natalini.

 

Com 30 mil metros quadrados, a Praça Sérgio Vieira de Mello tem gerado diversos transtornos aos moradores vizinhos. Em 1989, um deslizamento de terra no local resultou na morte de dezenas de pessoas que instalaram moradia ilegalmente. Já em 2014, cerca de 30 integrantes – que informaram ser 700 – do Movimento dos Moradores Sem-Teto (MTST) ocuparam o terreno para reivindicar a construção de projetos habitacionais e destruíram as nascentes do córrego Itararé, além de incendiarem o que restava da área verde original.

 

Depois da reintegração de posse, a vizinhança propôs à gestão Fernando Haddad a implantação e adoção de um parque linear na área verde, com base em um projeto idealizado na administração Gilberto Kassab. Porém, a iniciativa não evoluiu por conta da burocracia, das exigências esdrúxulas e da troca constante de secretários durante a péssima administração municipal anterior. Além de alguns exemplares da flora nativa, o local é considerado uma área de mananciais.

 

 

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