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25/05/2018

A força e o sentimento de ser mãe

Publicado em 11/05/2018

Há um sentimento especial reservado apenas àquelas pessoas que são mãe.

Há um sentimento especial reservado apenas àquelas pessoas que são mãe. A partir do momento em que a criança é acolhida nos braços, tudo toma um novo sentido. A vida, agora, vai ser vista sob um novo olhar.

Dona Rina de Rossi, por exemplo, diz que “ser mãe foi o que deu sentido à minha vida. Meus filhos são o meu coração, o amor que move meus pensamentos e atos”.

A essa mistura de amor, felicidade, também se mistura preocupação, que é uma outra faceta do carinho. Edna Queiróz brinca que por vezes que dizer “deixem de fazer burrada”. A experiência de vida e os aninhos a mais muitas vezes mostram um caminho mais fácil do que o escolhido pelos filhos.

E essa sensação percorre a rotina das mamães. “Será que chegou em casa bem? Se cobriu? Se alimentou? E várias outras perguntas que serão eternas em minha mente” são outras preocupações cotidianas, comenta Edna.

Mas nenhuma dificuldade faz o desejo diminuir. Lú Braga acaba de ser mamãe. Mas só depois de passar por um caminho tortuoso. “Eu tinha acabado de enfrentar um câncer de tireoide, onde tive que fazer a tireoidectomia total. Os hormônios ficaram descontrolados. Numa consulta com uma médica  endocrinologista, ela afirmou que eu não teria condições nenhuma de engravidar, que as chances seriam quase nulas depois da cirurgia. Eram 5% de chance de ter uma gestação perfeita após o câncer. Eu também tinha uma retroversão uterina, conhecido popularmente como útero invertido”, comenta.

Mas ainda surgem as barreiras como trabalho, vida social, escola que podem ser complicadores nessas relações e crescimento de ambos mãe e filho. Para Edna, ser mãe é ser “uma tremenda Mary Poppins, um pouco mágica, um pouco louca, fazendo o dia esticar, cometendo falhas como qualquer mãe, não acompanhando as lições escolares, devido a empresa Naturiche ocupar um grande espaço em minha vida. Mas como eu que sempre me sustentei e aos meninos, fazia e faço tudo sem culpa!”.

A mamãe recente Lú também diz que sequer poderá ter licença-maternidade: “estamos trabalhando desde que voltamos do parto. Já no quarto da maternidade, após deixar o Centro Cirurgico, começamos atualizar as redes sociais do blog. Com a gravidez, criamos um quadro que se chama “Somos Férteis Demais”. Um espaço reservado para falar sobre maternidade real, algo sem romantismo, capaz de traduzir o que sentimos diante de cada situação.”

E depois de tantos obstáculos, ainda ter que conciliar tudo com os problemas do dia a dia apenas faz com que o amor se veja mais aflorado. Dona Rina comenta que “Conciliar a maternidade, no meu caso, foi uma extensão deste amor porque fui trabalhar com algo que fazia com amor para meus filhos: cozinhar e cuidar de uma casa. Acho que a felicidade de minha vida vem do fato de que consegui "adotar" meus clientes, cuidando deles”. Em apenas uma frase, ela resume o sentimento: “agradeço todos os dias porque hoje percebo que eram estes os meus mais profundos desejos”.

 

 

 

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