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25/05/2018

Descobrimento do Brasil: jesuítas X Marquês de Pombal

Publicado em 23/04/2018

Por Rogério Candotti

Por Rogério Candotti

O Brasil é formado por uma das três raças tristes mais humildes do planeta, que povoaram o Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, já que Portugal naquele momento era o país mais endividado da Europa Ocidental e também o mais religioso. A fé católica foi o principal motivo que impulsionou as Grandes Navegações, apesar de existirem notórios interesses comerciais por trás. Diferentemente das pragmáticas nações protestantes, os portugueses eram maleáveis, impontuais e, sobretudo, caridosos com os colonos. Se os jesuítas não tivessem sido expulsos em 1759 pelo déspota estadista e centralizador Marquês de Pombal, hoje o Brasil seria uma potência mundial equiparada aos Estados Unidos. Por mais de 200 anos os jesuítas, liderados por Manuel da Nóbrega e José de Anchieta, doutrinaram nossos tataravós (brancos, negros e índios), bravos sobreviventes das capitanias hereditárias, levando ensinamentos fundamentais para o progresso e a evolução da Pátria do Cruzeiro, cuja base se encontra no direito romano, na filosofia grega e, principalmente, na moral judaico-cristã, resumindo-se em dois mandamentos: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”.

Rogério Candotti é articulista deste jornal

 

 

 

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