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20/09/2017

Fortes, bonitas, inteligentes e caridosas

Publicado em 09/03/2017

Segundo Aristóteles, “devemos tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida de sua desigualdade”

Segundo Aristóteles, “devemos tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida de sua desigualdade”. Isso significa não confundir igualdade com justiça; privilégio com benefício. Em relação às mulheres, apenas nos últimos 50 anos um grande número delas começou a se destacar na sociedade machista, conquistando direitos com muito suor e lágrimas. Exemplos disso são Irmã Dulce e Madre Teresa de Calcutá, na blindada religião católica, J. K. Rowling, criadora de Harry Potter, na literatura, as feministas Meryl Streep e Fernanda Montenegro no cinema, e Gisele Bündchen, uma das mulheres mais belas do mundo, no concorrido universo da moda. A mulher mais rica é Christy Walton, com US$ 41,7 bilhões na conta bancária; a mais poderosa, a chanceler alemã Angela Merkel; e a mais inteligente, Marilyn Vos Savant, com QI (quociente de inteligência) de 228.

 

No esporte, apenas em 2012 as mulheres puderam competir em todas as modalidades olímpicas. A russa Natalia Trukhina, de 25 anos, ganhou o título de mulher mais forte do mundo após levantar 240 quilos – ela pesa 98 quilos, tem 48 centímetros de bíceps e 75 de coxa. Aos 14 anos, pesava 40 quilos. Entre as celebridades mais caridosas estão Beyoncé, Taylor Swift, Demi Lovato, Shailene Woodley, Miley Cyrus e Lady Gaga. George Lucas e Mark Zuckerberg, dono do Facebook, estão entre os cinco maiores bilionários filantropos. A única mulher da lista é Melinda Gates, esposa de Bill Gates, que já doou US$ 28 bilhões por meio de sua fundação.

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