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26/05/2017

Mudei de escola. E agora?

Publicado em 10/02/2017

Para muitos alunos, o período de volta às aulas significa embarcar em um território desconhecido, com novas regras, horários, rotina, professores e amigos.

 
Para muitos alunos, o período de volta às aulas significa embarcar em um território desconhecido, com novas regras, horários, rotina, professores e amigos. Os motivos que levam as famílias a transferirem os filhos de escola são muitos, e a dúvida que fica é: o que fazer para garantir uma transição positiva e sem traumas?
Altamar de Carvalho, gestor educacional do Sistema de Ensino Poliedro, explica os aspectos que tornam o processo de adaptação menos apreensivo. “O estranhamento e a dificuldade de adaptação à nova instituição, em um primeiro momento, são muito comuns. Por isso, as condições que a escola, os professores e os colegas oferecem para receber os novatos podem fazer toda a diferença, pois os ajudará a se sentirem menos inseguros e mais acolhidos”, explica.
Quando a vontade de mudar não parte da própria criança, a adaptação pode se tornar um pouco mais difícil. “Os responsáveis devem investir muito em diálogos que deixem claros os motivos, os benefícios e o que as crianças poderão vivenciar com a nova experiência. Outra dica é levá-las para visitar a instituição antes do início das aulas, pois, além de conhecerem o espaço, poderão expressar sua opinião sobre o novo ambiente”, orienta.
Como peça fundamental, o envolvimento dos educadores também se destaca durante o processo de ambientação. “É preciso que a escola e os professores acolham os novos integrantes com carinho e paciência. Organizar dinâmicas em que os alunos mais antigos fiquem responsáveis por apresentar as dependências do colégio aos novatos, por exemplo, ajuda a favorecer e estimular o vínculo entre eles”.
Em geral, com um mês de aula já é possível notar se a adaptação à nova escola deu certo ou não. “Caso os responsáveis percebam que, após esse período, a criança ainda oferece resistência ao novo colégio, é preciso conversar com a coordenação e com os professores para entender a situação, pois pode existir um problema mais sério de adaptação ou relacional da criança com outros alunos”, enfatiza.

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