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26/05/2017

Planejamento deve ser adotado como ferramenta

Publicado em 10/02/2017

A rotina de planejar é assertiva na vida profissional e também pessoal. Por que não usar o planejamento como ferramenta de auxílio para organizar os estudos e ajudar a criar regras e metas para fi

 
A rotina de planejar é assertiva na vida profissional e também pessoal. Por que não usar o planejamento como ferramenta de auxílio para organizar os estudos e ajudar a criar regras e metas para fixar melhor os conteúdos aprendidos nas disciplinas?  
Paula Lima Lotto, coordenadora do Ensino Fundamental II do Colégio Renovação, explica que criar uma rotina regular de estudos, com bom planejamento e cronograma, é a melhor dica para atingir bons resultados. 
A educadora explica que o sucesso nos estudos não é uma questão de “quantidade”, e sim de “qualidade”. “Uma hora de estudo diário é suficiente para rever a matéria do dia e fazer as tarefas de casa”, conta.
Vamos a algumas dicas da especialista em educação para dar uma guinada e começar o ano letivo com foco e planejamento? 
•         Criar um quadro de horários com todas as suas atividades (Inglês, Dança, Esportes etc), procurando um horário livre e estabelecendo o horário dos estudos. É interessante escolher o mesmo horário em todos os dias da semana para se habituar à nova rotina de estudos.
•        Este hábito se forma também com a participação da família e dos professores. Do lado do professor, apontar sempre recursos que auxiliem o aluno na fixação dos conteúdos, na construção de dúvidas e na ampliação do repertório. Da família, a ajuda em estabelecer o horário, o espaço e o cumprimento dos deveres. 
Dentro do plano de estudos, o estudante deve priorizar em sua rotina todo o conteúdo aprendido. “Só tem dúvida quem estuda, então estudar a matéria do dia no dia é muito importante, pois o aluno apenas perceberá se ficou com dúvidas quando estiver em casa fazendo tarefas e revendo a matéria”, comenta Paula Lotto.
O estudante deve fazer o estudo de seus erros, procurando diagnosticá-los, ou seja: “Errei por falta de atenção”; “Errei por não ter interpretado bem a pergunta”; “Errei por não ter compreendido o conteúdo”. Dependendo do “diagnóstico”, ele poderá buscar a solução mais adequada.
Encontrar maneiras de melhorar o rendimento nos estudos é um caminho. Estudar em grupo, por exemplo, é uma boa ideia, desde que não se perca o foco. Trocar ideias e tirar dúvidas com os colegas é sempre muito proveitoso. Segundo Paula Lotto, a linguagem mais próxima facilita a explicação, o interesse e o envolvimento. Porém, cada aluno tem sua forma de aprender. Alguns preferem o estudo individual e, depois, a discussão com os colegas sobre as dúvidas. Outros se sentem mais seguros em grupo. Essa descoberta é feita durante os anos de escolaridade, e cada um cria o seu ritmo de desenvolvimento.
Na hora de estudar, não existem técnicas, e sim habilidades necessárias para cada área de conhecimento. Estudar exatas sem executar exercícios é improdutivo. Estudar humanas sem estabelecer linha de construção cria distância do que é apresentado. Linguagens sem leitura, redação sem escrita só trazem a seguinte afirmação: “Para que isso? Não entendi nada! Não gosto!”. O conhecimento se relaciona com todas as áreas. Essa descoberta é uma tarefa que exige esforço e persistência. Estudar somente para fazer uma prova é garantir, posteriormente, o esquecimento e a inadequação. As informações não serão assimiladas e o aprendizado não acontecerá.
 
“Os Mapas Mentais são grandes aliados e podem ser usados para todas as matérias. Por serem mais objetivos, facilitam a visão do todo. A escrita é a maior aliada da memória e do aprendizado, por isso é muito importante escrever e destacar as ideias principais de cada conteúdo”, finaliza Paula Lotto.

 

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