O Grupo 1 Edição Digital Grupo 1 Mobile Fale Conosco
Receba nossas notícias

16/12/2017

FIlmes - Destaques da semana

Publicado em 14/09/2017

Feito na América

Barry Seal (Tom Cruise) é um piloto que trafica drogas e armas para o mítico cartel de Medellín. Recrutado pela CIA, torna-se um agente duplo.

(American made, EUA, 2017, de Doug Liman, Policial, 115 min.)

 

As duas irenes – “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?”, perguntou Jesus

Irene (Priscila Bittencourt) é a filha do meio de uma tradicional família do interior que um dia descobre que o pai (Marco Ricca) tem uma filha fora do casamento, também chamada Irene (Isabela Torres) e da mesma idade que ela. Revoltada, Irene se aproxima da meia-irmã e de sua mãe, sem revelar sua identidade. É o início de uma cumplicidade, que passa também pela descoberta da sexualidade.

(As duas irenes, Brasil, 2017, de Fabio Meira, Drama, 89 min., 14 anos) Nota: 4,0

 

Surly contra o prefeito fanfarrão

Surly Squirrel e seus amigos acharam que estavam com a vida ganha depois de tomar posse de um imenso depósito de nozes. No entanto, por mero descuido, o lugar foi pelos ares, obrigando-os a voltar a morar no Liberty Park, ao relento. Ocorre que lá será construído um perigoso parque de diversões pelo novo prefeito ganancioso e corrupto de Oakton. Sem perder a essência, a continuação apresenta novos personagens e hilariantes desafios, como a tropa de coelhos ninjas e a filha do prefeito, espécie de Felícia às avessas, personagem do desenho Tiny Tunes.

O que será de nozes 2 (The Nut Job 2: Nutty by nature, Canadá, EUA, Coreia do Sul, 2017, de Cal Brunker, Animação, 91 min., Livre) Nota: 2,5

 

A materialização de Jesus Cristo

Afirmava Mahatma Gandhi que se toda a literatura ocidental se perdesse e restasse apenas o Sermão da Montanha, nada teria se perdido. Pensam diferente os evangélicos que deturpam os ideais de Lutero, priorizando a ressurreição do Cristo em vez de sua mensagem de amor e paz. A trama é baseada no best-seller homônimo do jornalista cético Lee Strobel, convencido de que o Messias morreu pregado na cruz por asfixia, antes de ter as costelas perfuradas por uma lança, inexistindo a possibilidade de fingimento. Logo, se 500 pessoas viram-no três dias depois e, segundo renomados psicólogos, não houve alucinação coletiva, ele, de fato, ressuscitou na carne. O que o ateu não imaginou é que Jesus pode ter materializado seu Espírito sem ter voltado à vida. Filme tendencioso, que dificilmente agradará ao público.

Em defesa de Cristo (The Case for Christ, EUA, 2017, de Jon Gunn, Drama, 112 min., 12 anos) Nota: 1,5

FECHAR

 
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
 
         
     


Gastronomia

Colunistas

Tecnologia