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20/11/2017

Os novos Sr. e Sra. Smith

Publicado em 17/02/2017

Brad Pitt conheceu Angelina Jolie no set do filme Sr. & Sra. Smith, no qual interpretam dois espiões rivais que se apaixonam e acabam se casando na vida real. Hoje, dizem as más línguas que os dois

 
Brad Pitt conheceu Angelina Jolie no set do filme Sr. & Sra. Smith, no qual interpretam dois espiões rivais que se apaixonam e acabam se casando na vida real. Hoje, dizem as más línguas que os dois se separaram porque Pitt traiu Jolie com a francesinha Marion Cotillard, seu par romântico neste filme. A trama, ambientada durante a Segunda Guerra, é muito parecida: dois espiões fingem ser casados para tentar eliminar um embaixador nazista em um evento em Casablanca, no Marrocos, e acabam se apaixonando. A atuação dos pombinhos é magnífica, amparada por um competente roteiro de suspense dramático mantido até os últimos minutos. Será que a vida imitará a arte e os dois se casarão de verdade? Indicado ao Oscar de Melhor Figurino.
Aliados (Allied, EUA, 2016, de Robert Zemeckis (A Travessia), Drama, 125 min., 14 anos) Nota: 3,5
 
 
Nasce um mito no limiar do século 21
 
 
O personagem de Keanu Reeves (John Wick) é um ex-assassino que “nasceu” despretensioso e, graças a essa sequência maravilhosa, tornou-se um ícone dos filmes de ação inspirado nas grandes franquias dos anos 80, algo que Vin Diesel e The Rock ainda não conseguiram. Assim como nos filmes clássicos de brutamontes Rambo, Rocky e Exterminador do Futuro, John Wick virou um mitológico exército de um homem só, com estilo de luta peculiar em traje esporte fino. As cores e os cenários foram cuidadosamente escolhidos para combinar com a ação. Temido pelos chefões do crime de Roma, o vingador produz frases de efeito sempre adequadas à ocasião (a exemplo de outros personagens de ação). O diretor Chad Stahelski foi dublê de Reeves em Matrix e Constantine.
John Wick – Um Novo Dia Para Matar (John Wick 2, EUA, 2016, de Chad Stahelski, Ação, 123 min., 16 anos) Nota: 3,5
 
 
Sozinho no mundo
 
Longa baseado em história real e indicado ao Oscar de Melhor Filme sobre um menino de cinco anos que entra no trem errado e se perde da família há 1.600 quilômetros de casa. Preocupada com a situação, uma australiana (Nicole Kidman – indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante) decide adotar o garoto. Vinte e cinco anos mais tarde, prestes a entrar na universidade, Saroo (Dev Patel – indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante) decide ir atrás de sua família biológica usando o Google Earth. A primeira parte é, sem dúvida, a mais triste e angustiante, quase sem diálogos e sob o olhar melancólico da pobre criança, que vaga sem rumo pela miserável Calcutá; uma visão magnífica, aterrorizante e única da Índia que valeu a indicação ao Oscar de Melhor Fotografia e Trilha Sonora Original. Nos becos e túneis precários onde centenas de crianças dormem a esmo para serem sequestradas todos os dias, usou-se um amarelo granulado; e nos terminais abarrotados de gente, azul-marinho (como em Traffic e Cidade de Deus). A segunda parte peca um pouco nas subtramas inconclusivas sobre a mãe adotiva e a namorada de Saroo (Rooney Mara), compensadas pelo comovente final, que justifica a indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado.
Lion – Uma Jornada Para Casa (Lion, EUA, Austrália, Reino Unido, 2016, de Garth Davis, Drama, 118 min., 12 anos) Nota: 4,0
 
 
 
Metamorfose
 
Meryl Streep e as extraordinárias animações do Studio Ghibli (A Viagem de Chihiro), frequentemente ameaçado de fechar, são as únicas presenças garantidas na festa do Oscar. Sua 22ª animação é uma espécie de Robinson Crusoé sem diálogos, com a peculiar filosofia japonesa; um espetáculo visual ambientado em um paraíso tropical deserto com diversas tonalidades de cor destacando a manhã, a tarde, a noite e o mundo dos sonhos. Uma trama singela que não vai além do magnífico ciclo da natureza, com foco nos caranguejos, nos pássaros e nas tartarugas que desovam no mar.
A Tartaruga Vermelha (The Red Turtle, Japão, França, Bélgica, 2016, de Michaël Dudok de Wit, 80 min., Livre) 
 
 
 
Minha vida de abobrinha
 
 
Um menino de nove anos apelidado de abobrinha fica amigo de um policial após sua mãe desaparecer. Ao chegar ao orfanato, ele terá que lidar com a nova realidade e os novos amigos. Animação em stop-motion indicada ao Oscar.
(Ma Vie de Courgette, França, Suíça, 2016, de Claude Barras, Animação, 70 min., Livre)
 
 
 
 
 
 
 
 
Louca e rebelde por justa causa (com spoilers)
 
 
Cinebiografia de Olga Hepnarová (Michalina Olszanska), uma jovem lésbica incompreendida pelos pais e com muita dificuldade de se relacionar. Na escola, sofreu bullying. Mais tarde, tentou se suicidar e foi parar numa clínica psiquiátrica. Em 1973, jogou um caminhão contra 25 pessoas, matando oito. Condenada à pena de morte por vontade própria, tornou-se a última mulher a ser executada na Tchecoslováquia. O longa em preto e branco dá a entender que ela sofria de esquizofrenia, cujos transtornos mentais são muito parecidos aos do matemático John Forbes Nash, interpretado por Russell Crowe em Uma Mente Brilhante. Diferentemente do comportamento caridoso e contundente do médium Chico Xavier, que morou sozinho a partir dos 21 anos, psicografando mais de 400 livros sem receber um centavo por eles e, mesmo assim, sendo taxado de esquizofrênico e louco por aqueles que não compreendem seu dom especial.
Eu, Olga Hepnarová (Já, Olga Hepnarová, República Tcheca, Polônia, Eslováquia, França, 2016, de Tomas Weinreb, Petr Kazda, Drama,105 min.,16 anos) Nota: 3,5
 
 
Deixe-me morrer em paz
 
 
Velho ranzinza e rabugento (Rolf Lassgård) administra um condomínio de forma pragmática, sem paciência para conviver com os condôminos, sobretudo após a morte da esposa (Ida Engvoll), o único amor de sua vida, a quem visita diariamente no cemitério, relembrando os momentos marcantes em grande parte do longa. Sem motivo para viver depois de ser demitido, Ove tenta se suicidar diversas vezes, mas é sempre impedido por um morador que solicita a sua ajuda. E mesmo sem vontade, aos trancos e barrancos, conquista a simpatia deles, principalmente da nova moradora, a grávida Parvanehl (Bahar Pars). Afinal, nenhum homem é uma ilha. Indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Maquiagem. 
Um Homem Chamado Ove (En Man Som Heter Ove, Suécia, 2016, de Hannes Holm, Comédia dramática, 116 min., 14 anos) Nota: 3,0
 
A Cura
 
 
Nos Alpes suíços, um jovem (Dane DeHaan) descobre que seu chefe desapareceu após se internar num spa sinistro com funções nem um pouco saudáveis. Quando começa a desvendar os segredos aterrorizantes do lugar, sua sanidade é testada e ele é diagnosticado com a mesma curiosa doença que mantém todos os convidados ali à espera da cura. 
(A Cure for Wellness, Alemanha, EUA, 2016, de Gore Verbinski (O Chamado), 146 min., 16 anos) 
 
 
 
Eu não sou seu negro
 
 
Documentário analisa o que significa ser negro nos Estados Unidos a partir das observações do escritor e ativista James Baldwin, que tinha ligação com outros importantes nomes da luta contra o racismo e a segregação como Martin Luther King e Malcolm X. Indicado ao Oscar de Melhor Documentário.
(I Am Not Your Negro, EUA, França, Bélgica, Suíça, 2016, de Raoul Peck, Documentário, 95 min., 12 anos)

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