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17/10/2017

Escova ou fio dental?

Publicado em 06/07/2012

O uso de fio dental, segundo a comunidade odontológica, é parte fundamental para finalizar o proc

 

 

  O uso de fio dental, segundo a comunidade odontológica, é parte fundamental para finalizar o processo de limpeza oral iniciado pela escova de dente, eliminando eventuais detritos e bactérias que permanecem nos espaços aonde a escova não chega. É possível, entretanto, complementar ou substituir o velho fio dental, composto de fibras de nylon, que muitas vezes podem desfiar ou romper durante o manuseio, por escovas interdentais, consideradas mais eficientes na remoção de sujeiras na região chamada de proximal, ou seja, localizada entre os dentes.
    Na arcada dentária humana existem locais anatômicos, com cavidades, depressões e irregularidades que até mesmo o fio ou fita dental não conseguem atingir e que só podem ser acessados pelas escovas interdentais, comenta o professor, mestre e doutor em Odontologia da Uniban, Hugo Lewgoy. “A higienização entre os dentes é tão importante que é considerada a principal diferença entre os indivíduos de países que conseguiram erradicar a cárie e dos países que permanecem com esta doença como uma verdadeira epidemia. Por isso, enquanto a higiene da região proximal não for uma rotina, as pessoas vão continuar com cáries e doenças gengivais”, observa Lewgoy.
 O especialista afirma também que  as escovas interdentais comuns ou genéricas têm o centro metálico muito espesso com cerdas muito curtas e duras, tornando a limpeza ineficiente e traumática. “Se a escova for muito fina, não higieniza de forma adequada e, se for muito grossa, não se encaixa ou não entra no espaço entre os dentes. Em ambos os casos, pode provocar trauma e retração gengival”, explica o professor.
    Uma opção recém-chegada ao Brasil é a escova  interdental CURAPROX Prime, que pode ser utilizada por todos, sem risco de machucar. São escovas mais firmes com filamentos ultrafinos, macios, flexíveis e com extremidades arredondadas que respeitam a região da gengiva e alcançam todos os nichos de retenção da placa bacteriana, permitindo sua remoção ou desorganização em regiões totalmente inacessíveis pelas escovas interdentais comuns. 
    “As cerdas das escovas CURAPROX Prime são mais longas e, conseqüentemente mais efetivas. Imagine uma escova para limpar mamadeiras, aquelas que têm um fio metálico central de onde saem pelos ou cerdas que executam a limpeza da parte interna da mamadeira. Os fios desta escova devem ser longos o suficiente para alcançar totalmente as paredes internas da mamadeira. Não adianta nada tentar limpá-la com uma escova com pelos curtos, pois muitas regiões não serão atingidas. Fazendo uma analogia com as escovas, é exatamente isto o que ocorre com as escovas interdentais comuns. Elas não limpam corretamente”, explica o professor.

 

Auxilio à escova interdental: Utilização da sonda medidora do diâmetro do espaço interproximal e seleção da escova interdental mais adequada de acordo com a cor de referência

   A última novidade tecnológica desenvolvida nesta área é a sonda ou prova medidora dos espaços interdentais, a IAP Prime, apresentada pela Curaden Swiss. Esta sonda possibilita uma perfeita adaptação das escovas nos respectivos espaços entre os dentes, pois são calibradas por meio de diferentes medidas de diâmetro e cores, de forma análoga às escovas interdentais correspondentes. “Ela indica qual é a escova mais adequada para ser utilizada especificamente em cada dente de forma totalmente individualizada. Se a escova for muito fina, não higieniza de forma correta, se for muito grossa, não se encaixa adequadamente e, em ambos os casos, pode machucar e provocar retração gengival”, conclui Lewgoy.

 

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