O Grupo 1 Edição Digital Grupo 1 Mobile Fale Conosco
Receba nossas notícias

19/11/2017

Especialistas tiram dúvidas sobre a febre amarela

Publicado em 03/02/2017

A preocupação com a febre amarela também circula por São Paulo, e muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre a doença. Para esclarecer, a infectologista Ana Carolina de Moura Coelho e a enfermeira

 
A preocupação com a febre amarela também circula por São Paulo, e muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre a doença. Para esclarecer, a infectologista Ana Carolina de Moura Coelho e a enfermeira Maria do Carmo Aiex Taier, ambas do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Dom Antonio de Alvarenga, informam sobre o contágio, os sintomas, o tratamento e a vacinação.
A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus que pode ser transmitido pela picada de mosquitos, o Aedes aegypti ou o Haemagogus e Sabethes. Segundo as especialistas, no ciclo urbano, a transmissão é feita por vetores urbanos (Aedes aegypti) infectados.
Os sintomas iniciais da enfermidade são: febre, calafrios, dor de cabeça, dores musculares fortes, cansaço, náuseas, vômito, fadiga e fraqueza. Em casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia, comprometimento dos rins (anúria), do fígado (hepatite e coma hepático), do pulmão, problemas cardíacos (miocardite) e encefalopatias (convulsões e delírios), que podem levar à morte.
As especialistas reforçam que, para se prevenir contra picadas de mosquitos, as pessoas devem: utilizar camisas de manga comprida e calças; ficar em lugares fechados com ar condicionado ou telas nas janelas e portas; dormir sob mosquiteiros, preferencialmente impregnados de permetrina; não usar perfumes durante caminhadas em matas silvestres, pois eles atraem mosquitos; usar repelentes registrados oficialmente; evitar o uso de produtos que associam repelente com protetor solar na mesma formulação, pois ocorre diminuição em um terço dos fatores de proteção solar quando utilizado juntamente com o DEET, e se for usar protetor solar, aplicá-lo antes da aplicação do repelente.
Além dos cuidados pessoais, o Hospital Dom Antonio de Alvarenga destaca que a melhor forma de prevenir a contaminação é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença, e eliminar o mosquito adulto. Em caso de epidemia de dengue ou febre amarela, deve-se aplicar inseticida

FECHAR

 
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
 
         
     


Gastronomia

Colunistas

Tecnologia