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17/12/2017

Incontinência urinária

Publicado em 06/07/2012

Fisioterapia Urológica

 

Além do tratamento em clínicas especializadas, exercícios em domicílio e mudanças de hábitos contribuem para a melhora geral do quadro.
 
Conhecida popularmente como perda involuntária de urina, a incontinência urinária é um problema que acomete, em média, 10% da população, segundo dados da OMS (Organização Mundial de Saúde). Como tratamento para esta patologia, a Acquaterapia, clínica referência na área de reabilitação física, indica a Fisioterapia Uroginecológica, que pode ser realizada por pessoas de ambos os sexos, e em todas as idades, desde que tenha sido recomendada por um médico. 
 
 
A fisioterapeuta da Acquaterapia, Maitê Molica Ferrari, explica que a grande maioria dos casos de incontinência urinária, principalmente ocasionadas em mulheres, é causada pela fraqueza na musculatura do assoalho pélvico. Assim, como fazemos exercícios de fortalecimento para todo o corpo, também devemos sempre manter esta região fortalecida. 
 
 
Basicamente, o principal objetivo do tratamento é fortalecer a musculatura do assoalho pélvico. Muitas mulheres não sabem como contrair de forma eficiente esta região, e então, o primeiro passo é conscientizá-las a utilizar corretamente estes músculos. "O principal recurso para iniciar este trabalho é o biofeedback, aparelho onde a pessoa realiza a contração, que pode ser visualizada por meio de curvas, sons ou cores, oferecendo uma referência visual se o exercício está sendo feito de maneira correta", explica a fisioterapeuta da Acquaterapia, Maitê Molica Ferrari. 
Outros recursos utilizados são a eletroterapia, utilizada tanto para estimular e manter a contração, como para redução das contrações da bexiga; a cinesioterapia, cones vaginais, adesão do paciente em realizar exercícios complementares em domicílio, e algumas mudanças nos hábitos de vida, que são de extrema importância para a eficácia e sucesso no resultado final. Vale ressaltar que o objetivo do tratamento varia de acordo com o tipo de incontinência apresentada pelo paciente. Entre os casos mais simples, podemos destacar a incontinência urinária por esforço, que ocorre ao espirrar, correr, dar risada, pegar peso, etc; e a incontinência urinária por hiperatividade vesical, quando o indivíduo sente forte desejo de urinar, e não consegue manter-se continente até chegar ao banheiro. 
 
 
"O importante é o paciente passar por avaliação clínica criteriosa, onde serão colhidas a história e características principais de cada caso, para que o profissional trace os objetivos principais para reabilitação física. Além disso, também orientamos os pacientes a realizar exercícios complementares em casa, e efetuar algumas mudanças na rotina, buscando o bem-estar e uma melhora significativa", conclui Maitê Molica Ferrari. 
 
 
Serviço: www.acquaterapia.com.br

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